Ex-padrasto é preso por importunação sexual contra adolescente
Escrito por Jornalismo Nativa em 26 de Maio, 2026
Belém voltou a registrar um caso de violência sexual que mobilizou rapidamente as forças de segurança e expôs uma denúncia grave envolvendo uma adolescente dentro do próprio ambiente familiar. Em situações como essa, o avanço das investigações depende diretamente da rapidez da denúncia e da atuação policial, especialmente quando se trata de vítimas em condição de vulnerabilidade.
Um homem foi preso em flagrante na última quinta-feira (21), na capital paraense, pelo crime de importunação sexual. A prisão foi realizada pela equipe da Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (DEACA) Mangueirão, que atuou após o recebimento da denúncia.
DENÚNCIA PARTIU DA MÃE DA VÍTIMA
De acordo com as informações apuradas pela reportagem, as diligências começaram logo após a genitora da adolescente procurar a polícia e relatar que a filha, de 14 anos, estaria sendo importunada sexualmente pelo ex-padrasto.
A partir da denúncia, a equipe especializada iniciou o trabalho investigativo e passou a ouvir a vítima em atendimento próprio, adequado a casos dessa natureza.
RELATO APONTA AGRESSÕES RECORRENTES
Durante o depoimento, a adolescente relatou que o suspeito tentou praticar atos libidinosos com ela e ainda informou que não se tratava de um episódio isolado.
Segundo o relato prestado à polícia, as situações de violência sexual teriam ocorrido de forma recorrente desde quando ela tinha aproximadamente 11 anos de idade. Esses fatos, em tese, podem se enquadrar no crime de estupro de vulnerável e serão apurados em investigação separada pelas autoridades competentes.
PRISÃO EM FLAGRANTE APÓS DILIGÊNCIAS
Após o início das investigações, os policiais civis localizaram o investigado em poucas horas. Ele foi preso em flagrante e conduzido à unidade policial responsável pelo caso.
O flagrante foi homologado pela Justiça. Em seguida, atendendo à representação da autoridade policial, a prisão foi convertida em preventiva. Sendo assim, o investigado permanece à disposição do Poder Judiciário enquanto o caso segue em apuração.
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