Morte de servidora na Transamazônica: família cobra respostas

Escrito por em 26 de Agosto, 2026

Um mês após a morte da servidora municipal Maria de Fátima Moraes Silva, de 63 anos, a família ainda busca respostas sobre as circunstâncias do acidente que tirou a vida dela, na tarde de 23 de julho, na rodovia BR-230 (Transamazônica), em frente à sede do Hemopa, no núcleo Cidade Nova, em Marabá. Maria atravessava a via pela faixa de pedestres quando foi atingida por uma motocicleta sem placa, conduzida por Arnold Miranda, de 18 anos, que, segundo a família, não possuía habilitação. As informações são do site Correio de Carajás.

O caso, inicialmente registrado como uma ocorrência de trânsito, passou a ser acompanhado de perto pelos familiares, que reuniram documentos, imagens de câmeras de segurança e relatos de testemunhas e encaminharam o material às autoridades. A filha da vítima, Tatiane Gomes, afirma que tem buscado informações para esclarecer a dinâmica da colisão e cobra a responsabilização de quem for apontado pela investigação como responsável pelo acidente.

Desde as primeiras horas após a ocorrência, Tatiane conta que passou a procurar elementos que pudessem ajudar a esclarecer o que aconteceu. Ela buscou imagens de câmeras de estabelecimentos próximos ao local, localizou testemunhas e reuniu documentos médicos relacionados ao atendimento da mãe.

A família também procurou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para comunicar a morte e solicitar providências relacionadas à motocicleta envolvida na ocorrência, que permanecia no local. Posteriormente, documentos e outras informações foram entregues às autoridades para auxiliar na apuração. Segundo Tatiane, imagens de câmeras de segurança também foram obtidas e encaminhadas para análise.

De acordo com a filha, a PRF esteve no local e avaliou elementos que poderiam contribuir para a reconstrução da dinâmica do acidente. Para a família, esclarecer como ocorreu a colisão é fundamental para que sejam definidas eventuais responsabilidades.

Tatiane afirma que continuou buscando respostas mesmo durante o velório da mãe. “Na sexta-feira, enquanto eu ainda estava velando minha mãe, não tive paz nem para viver aquele momento. Voltei para a rua atrás de provas, fui novamente à PRF e avisei que ela tinha morrido. Eu estava velando minha mãe e, ao mesmo tempo, correndo atrás de respostas”, relata.

A família sustenta que a morte poderia ter sido evitada e espera que a investigação esclareça as circunstâncias do acidente, incluindo a dinâmica da colisão e as condições em que a motocicleta era conduzida. Os familiares também cobram que, caso sejam constatadas responsabilidades, sejam adotadas as medidas cabíveis pelas autoridades.


Opnião dos Leitores

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados com *



Faixa Atual

Título

Artista

Atual

Saudade Nativa

20:00 23:00

Atual

Saudade Nativa

20:00 23:00